Violão tocado em surdina, em meio à madrugada, que caminha vagarosa e sonolenta. Canções que falam de amor, em paisagem rude, hostil, onde não há paz. Almas que se fundem em beijos sensuais, ao som do violão dolente, esquecidas do céu nunca antes contemplado,cansadas pela viagem que não termina.
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