Era uma igrejinha azul
no meio da cidadezinha.
Para se ir até lá, pisava-se a relva macia,
gostosa, molhada e cheirosa,
iluminada nas gotas de orvalho ao sol, coberta de flores silvestres.
No campanário tosco e silencioso,
paravam as andorinhas no seu descanso,
e nós não parávamos de olhar.
Ah! que inveja sentíamos,
na liberdade do voo
quando se lançavam no espaço
por cima da igrejinha.
Quando íamos até lá,
correndo pela relva macia,
sentindo o vento louco pelo corpo,
fingíamos ser andorinhas
e pensávamos em liberdade!
Um comentário:
Viajei por momentos, a momentos longinquos e felizes...
Adoro andorinhas!Todos os anos sinto a alegre chegada e a saudade que deixam quando migram.
Olá Marcia!
Adorei seu Blog!!
Vou linka-lo!
Muito obrigada pelas boas vindas!
Teu dia será tranquilo e lindo.
Bjs de Luz na tua Alma!
Postar um comentário